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TIAGO BETTENCOURT E MANTHA – O Jogo

 Este é mais um Vídeo do TIAGO BETTENCOURT E MANTHA – O Jogo, desta vez traduzido para a versão inglesa também…

TIAGO BETTENCOURT E MANTHA

Em baixo está a letra do vídeo em Português.

TIAGO BETTENCOURT E MANTHA- O Jogo, lindo este tema não achas?


Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer
Sou eu quem não quer ver que tudo é tão maior
Aqui está frio demais pra apostar em mim

Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e medo faz-nos sós
És tu quem quer
Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais pra me sentir… mas queres ficar?

Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar
Queres levar
Tudo o que é meu
E tudo o que eu
Não sei largar

Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder

Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar
Queres levar
Tudo o que é meu
E tudo o que eu
Não sei largar

Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder

3x
Não… vai perder…

 

Mafalda Veiga e Tiago Bettencourt “Balançar”

Mafalda Veiga no seu melhor, não só como cantora mas principalmente como compositora !!!

Mafalda Veiga

Por baixo está a letra do “Balançar” novo trabalho de Mafalda Veiga.

Confesso que o Tiago Bettencourt dá um toque muito especial á musica da Mafalda Veiga com a sua voz!!!

Esta música…não é apenas uma música!

É um ensinamento. Uma lição, que todos nós devíamos apreender!

Um combate ao egoísmo, o pai de todos os males deste mundo!

Letra:

Balançar

 

Pedes-me um tempo,
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço e sair…

 

Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.

 

Agarras a minha mão com a tua mão
e prendes-me a dizer que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver o que a noite esconde
e não ter, nem sentir, o vento ardente a soprar o coração…

 

Pedes o mundo
dentro das mãos fechadas
se o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede e tens de abrir as mãos.

 

Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar.
E agarras a minha mão com a tua mão
e prendes-me
e dizes-me para te salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer, mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver o que a noite esconde e não ter nem sentir o vento ardente a soprar o coração.

Quebramos os Dois

Letra:

Era eu a convencer-te de que gostas de mim,
Tu a convenceres-te de que não é bem assim.
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
Tu a argumentares os teus inevitáveis.

Eras tu a dançares em pleno dia,
E eu encostado como quem não vê.
Eras tu a falar p’ra esconder a saudade,
E eu a esconder-me do que não se dizia.

Afinal…

Quebramos os dois afinal.

Quebramos os dois

Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira,
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extingir o que já se sabia.

Eu fugia do toque como do cheiro,
Por saber que era o fim da roupa vestida,
Que inventara no meio do escuro onde estava,
Por ver o desespero na cor que trazias.

Afinal…

Quebramos os dois afinal,

Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois…

Era eu a despir-te do que era pequeno,
Tu a puxares-me para um lado mais perto,
Onde se contam histórias que nos atam,
Ao silêncio dos lábios que nos mata.

Eras tu a ficar por não saberes partir,
E eu a rezar para que desaparecesses,
Era eu a rezar para que ficasses,
Tu a ficares enquanto saías.

Não nos tocamos enquanto saías,
Não nos tocamos enquanto saímos,
Não nos tocamos e vamos fugindo,
Porque quebramos como crianças.

Afinal…

Quebramos os dois afinal,

Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois…

É quase pecado que se deixa.
Quase pecado que se ignora.

Era eu a convencer-te de que gostas de mim,
Tu a convenceres-te de que não é bem assim.
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
Tu a argumentares os teus inevitáveis.

Eras tu a dançares em pleno dia,
E eu encostado como quem não vê.
Eras tu a falar p’ra esconder a saudade,
E eu a esconder-me do que não se dizia.

Afinal…
Quebramos os dois afinal.
Quebramos os dois…

Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira,
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extingir o que já se sabia.

Eu fugia do toque como do cheiro,
Por saber que era o fim da roupa vestida,
Que inventara no meio do escuro onde estava,
Por ver o desespero na cor que trazias.

Afinal…
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois…

Era eu a despir-te do que era pequeno,
Tu a puxares-me para um lado mais perto,
Onde se contam histórias que nos atam,
Ao silêncio dos lábios que nos mata.

Eras tu a ficar por não saberes partir,
E eu a rezar para que desaparecesses,
Era eu a rezar para que ficasses,
Tu a ficares enquanto saías.

Não nos tocamos enquanto saías,
Não nos tocamos enquanto saímos,
Não nos tocamos e vamos fugindo,
Porque quebramos como crianças.

Afinal…

Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois…

É quase pecado que se deixa.
Quase pecado que se ignora.

Canção Simples

Letra:

Há qualquer coisa de leve na tua mão,
Qualquer coisa que aquece o coração
Há qualquer coisa quente quando estás,
Qualquer coisa que prende e nos desfaz

Fazes muito mais que o sol

Fazes muito mais que o sol

A forma dos teus braços sobre os meus,
O tempo dos meus olhos sobre os teus
Desço nos teus ombros para provar
Tudo o que pediste para levar

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais…

Tens os raios fortes a queimar
Todo o gelo frio que construí
Entras no meu sangue devagar
E eu a transbordar dentro de ti

Tens os raios brancos como um rio,
Sou quem sai do escuro para te ver,
Tens os raios puros no luar,
Sou quem grita fundo para te ter

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais…

Quero ver as cores que tu vês
Para saber a dança que tu és
Quero ser do vento que te faz
Quero ser do espaço onde estás

Deixa ser tão leve a tua mão,
Para ser tão simples a canção
Deixa ser das flores o respirar
Para ser mais fácil te encontrar

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais…

Vem quebrar o medo, vem
Saber se há depois
E sentir que somos dois,
Mas que juntos somos mais

Quero ser razão para seres maior
Quero te oferecer o meu melhor
Quero ser razão para seres maior
Quero te oferecer o meu melhor

Fazes muito mais que o sol

Fazes muito mais que o sol

Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol

Fazes muito mais que o sol

O Labirinto


Letra:

A vida é distante

No tempo suspenso
A vida é distante
No nosso presente
É quente o que vejo
Mas frio o que sinto
É mentira o que tenho
Mas sei o que vejo
No meu labirinto

A vida é distante

De tempo intenso
A vida é distante
No fumo imenso
É quente o pó
É cego o nó
É mentira o que vem
Mas vejo o que sinto
No meu labirinto

No meu labirinto
Há gente que cai
Depois de perder há gente que cai

Vê quem parou
Olha o que dói.

A vida é distante

E o tempo foge
A vida é distante
E o tempo urge
Está quente o Sol
Mas frio o chão
Tudo é ilusão!!!
Não vês o que sinto
No meu labirinto?

Que enquanto se compra
Enquanto se quer
Enquanto se tira
O mundo suspira
Enquanto se mata
O mundo dispara
E vamos caindo…
É isto que sinto no meu labirinto

No meu labirinto
Há gente que cai
Depois de perder há gente que cai

Vê quem parou
Olha o que dói.

Quando chuva cai
Vê que não sai
Quando chuva cai
Vê que não sai

Entro no túnel para ver a luz

Quando chuva cai
Vê que não sai.
Quando chuva cai
Vê que não sai, não sai, não sai

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Se cuidas de mim com Inês Castel-Branco

Se cuidas de mim com Inês Castel-Branco

Letra:

Se cuidas de mim

Eu cuido de ti também
Dentro da minha mão
Eu guardo te bem
Se amarmos do princípio
Se perdermos tudo outra vez
Vou marcar-te bem
Como um sonho vão
Dentro da minha mão

Se cuidas de mim

Eu cuido de ti também
Se vens em paz
Eu venho por bem
Se formos bebendo
O chão deste caminho
Vou guardar-te bem
Agora que sei
Que não vou sozinho

Há uma praia depois da sombra
Uma clareira p’ra iluminar
Há um abrigo no meio das ondas
Tu a caminho p’ra iluminar

Por isso vem x 9

Chocámos tu e eu…

Chocámos tu e eu

Letra:

sei que não vais mudar dentro da ilusão,
mas queres parar por ser bom saber que há a minha mão para descansar,
para te esconder e não mostrar.

vem, não vou perguntar se não queres dizer, ahh deixa ser,
o que é bom sentir, só mais uma vez quase sem tocar.
para respirar, só mais uma vez. quando eu não quis ver fui a deslizar,
quando ninguém quis parar, cresceu.
e então chocámos tu e eu, e então chocámos tu e eu.
ahh, diz-me onde estás, vou ter aí. já sem razão para desculpar,
já sem saber para onde ir, para te fugir, para me esquivar, não me destruir.
quando eu não quis ver fui a deslizar, quando ninguém quis parar, cresceu.
e então chocámos tu e eu, e então chocámos tu e eu, e então chocámos tu e eu.

hoje vais dizer que já não tens paz, hoje vens pedir para te ensinar.
quando ninguém viu, quando a chuva cai o rio cresceu, e então chocámos tu e eu.

e então chocámos tu e eu.

e então chocámos tu e eu.

sei que não vais mudar e que eu vou partir,
eu quero alguém que me queira bem para me construir.

Só mais uma volta


Letra:

Só mais uma volta

Só mais uma volta a mim
Só mais uma volta desta ninguém vai cair
Só mais uma vez que vês que ninguém está aqui
Queres só mais uma volta desta ninguém vai cair

Tempo frio afasta o tempo que nos afastou
Primavera lança o laço que nos amarrou
Tempo quente dá vontade de não resistir

Vai só mais uma volta desta ninguém vai cair

E ainda te sinto a seguir o rasto que deixo a correr
Ainda penso em ti… pensa em mim, mas só mais uma vez.

Diz-me ao que queres jogar que eu vou querer também
Diz-me quanto queres de mim para te sentires bem
Não te vejo bem ao longe não sei distinguir

Queres só mais uma volta e desta ninguém vai cair

Ainda te sinto a seguir o rasto que deixo a correr
Ainda penso em ti… pensa em mim, mas só mais uma vez.

Diz-me quanto tens de honesto quanto tens de bom
Diz-me quantas provas queres diz-me quanto sou
Já não sinto nada dentro não sei perceber…
Vai só mais uma volta, desta ninguém vai dizer.

Ainda te sinto a seguir o rasto que deixo a correr
Ainda penso em ti… pensa em mim, mas só mais uma vez.

Tens de Largar a Mão


Letra:

Tens que largar a mão

P’ra eu sair de pé
Sou o teu anjo e não me vês
Na parte calma do que és

Tens que largar a mão

E sair de pé
Sou o teu anjo a procurar
A parte quente do que vês

Mas há portas por fechar
Com o chumbo a prender
É mais forte do que quero acreditar
E se tudo vai com o vento a escorrer
Não sou eu quem vai lutar agora

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei

Vais aprender a olhar quando a dor vier
Vais aprender a desvendar a parte fraca do que és
P’ra descobrir depois quando a luz voltar
Tens um jardim a procurar
Que precisa de saber
Quanto tempo vai durar
Este muro a prender
É mais forte do que queres acreditar
E se tudo vai com o vento a escorrer
Não sou eu que vai lutar agora

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei

E levar-te com o sol
Eu sei x2

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei

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